A campanha do senador Flávio
Bolsonaro (PL), que é pré-candidato à Presidência da República, deve investir
em discursos críticos ao PT, partido do atual presidente Luiz Inácio Lula da
Silva, durante o período eleitoral. Segundo o coordenador de campanha de
Flávio, Rogério Marinho (PL-RN), “o povo tem o direito de saber o que é o PT”.
“Eu acho que o povo tem um
direito de saber, sobretudo daqueles que são mais novos, que agora que estão
ingressando no mercado de trabalho, o que é o PT. O Brasil tem tido muito pouca
falta de sorte, porque no século XXI – eu tô falando de 2002 para cá – são
quase 18 anos, 20 anos de PT. Veja quantas oportunidades perdidas, né?”,
declarou o parlamentar em entrevista à Rádio Itatiaia.
Marinho disse ainda que Flávio “tem os pés no chão” e sabe que o período eleitoral se trata de uma “maratona”. “Faltam pouco menos de seis meses para o pleito eleitoral, ainda quase três meses para as convenções. Esse é o momento de se apresentar à população. Ele [Flávio] tem feito isso, percorrendo o Brasil”, afirmou.
Segundo o coordenador de campanha, técnicos têm desenvolvido “um plano de governo compatível com as necessidades que o país tem”. “Um país que enfrenta uma grave crise moral e fiscal; que está paralisado. Um país que precisa voltar a ter confiança no futuro; a população endividada, máquina pública aparelhada. E o Flávio tem tido a sensibilidade de buscar subsídios para fazer discussão”, acrescentou.
Vice de Flávio
Questionado sobre quem será o candidato a vice-presidente na chapa de Flávio
Bolsonaro, Marinho disse que a escolha “não é tão urgente”. “A questão do vice para nós,
ela é uma questão que precisa ser eh encarada, porque ninguém vai ser candidato
à presidência se não tiver um vice, mas não é tão essencial, não é tão fulcral,
não é tão urgente, até porque nós temos até o dia 20 de julho, se eu não tô
enganado, que é quando se iniciam as convenções partidárias para identificarmos
e elegermos esse vice”, disse o senador.
Segundo o parlamentar, o vice ideal é aquele que “agrega, “some” e transmita “equilíbrio”. “[O vice] é alguém que permitirá que a população entenda que há uma chapa plural, que representa o conjunto maior da sociedade brasileira”, declarou.


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