História da cidade de Parazinho/RN
Nesta
página você fica sabendo de tudo sobre Parazinho/RN, como história da cidade,
dados geográficos, dados populacionais, índices, distritos, povoados, fazendas,
vegetação. Dados levantados de acordo com dados de instituições e pessoas mais
velhas.
Introdução
Gentílico:
Parazinhense
O
município de Parazinho situa-se na mesorregião Agreste Potiguar e na
microrregião Baixa Verde, limitando-se com os municípios de Caiçara do Norte,
São Bento do Norte, Pedra Grande, São Miguel de Touros, Touros, João Câmara e
Jandaíra, abrangendo uma área de 274 km², inseridos nas folhas Jandaíra
(SB.24-X-D-III), e Pureza (SB.25-V-C-I), na escala 1:100.000, editadas pela
SUDENE.
A origem
do município de Parazinho/RN está em uma fazenda de gado, edificada em terreno
seco e com difícil acesso à água, localizada em área de grande produção
algodoeira. A partir da elevada produção algodoeira, cresceu como povoado em
virtude do fluxo de pessoas que lá chegavam e que, gradativamente,
transformaram o povoado em acampamento mercantilíssimo, centro de negócios e
escritório comercial, lugar que recebia e expedia algodão para a sede do município,
à época, Baixa Verde, hoje denominada de João Câmara.
Por volta
de 1930, o povoado contava com infraestrutura de poço tubular capela, escola e
aproximadamente 500 habilitantes. O comércio intensificava-se fazendo crescer o
número de armazéns e lojas e propiciando a realização de feiras. Em 8 de maio
de 1962, através da Lei N°. 2.753, Parazinho desmembrou-se de Baixa Verde (hoje
João Câmara), tornando-se município.
Com área
total de 275 km2, localiza-se no bioma Caatinga, e apresenta evolução população
lenta. Em 1991, a população do município era de 3.980 habitantes, número que
evoluiu para 4.087 em 1996 e 4.325 em 2000, de acordo com dados do IBGE
(www.ibge.gov.br). Em 2007, a população alcançou 4.772 habitantes e, de acordo
com o Censo 2010, o município tem 4.845 habitantes, com densidade demográfica
de 17,6 habitantes/km2. Do total, apenas 104 residentes são não naturais do
município e 3.872 têm mais de 10 anos de idade.
Em 2010,
1.243 estudantes cursavam Ensino Fundamental, 421 se encontravam no nível de
instrução “Fundamental Completo e Médio Incompleto”, 386 possuíam “Médio
Completo e Superior Incompleto” e apenas 57 se encontravam cursando Ensino
Superior.
Os dois últimos dados indicam, a princípio, que a conclusão do Ensino
Médio não implica na continuidade dos estudos, pois, menos de 15% da população
apta a cursar nível superior se encontra fazendo-o. O número de residentes com
nível de instrução “superior completo” é de 93 pessoas, representando menos de
2% da população do município. Em contrapartida, e não menos preocupante, é
número de pessoas classificadas como “Sem instrução e fundamental incompleto”,
que alcançava, em 2010, 2.973 pessoas, ou seja, mais de 61% da população do
município. Dentre essas pessoas, 33%, de 15 anos ou mais de idade, não sabem
ler ou escrever, percentual que foi de 43%, aproximadamente, no Censo de 2000.
Quando comparados os dados educacionais dos dois últimos censos do IBGE, ficam
evidentes avanços, ainda que, exigindo investimentos e atenção do poder
público.
Do total
da população 65% reside na área urbana (35% em áreas rurais), 52% possui até 24
anos, 20% se encontra entre 25 e 39 anos e pouco mais de 11% está acima de 60
anos de idade. O número de pessoas jovens é elevado e, assim, é importante
considerar a necessidade de políticas públicas voltadas à juventude.
Saneamento,
613 pessoas se encontrava em condições inadequadas nesse quesito, de acordo com
o Censo de 2010. A população economicamente ativa (PEA) era de 1.515 pessoas,
das quais, 1.281 se encontravam ocupadas e 233 estavam sem ocupação.
Enquadravam-se na condição de não economicamente ativas 2.357 pessoas.
CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO DE PARAZINHO LOCALIZAÇÃO E ACESSO
“A sede
do município apresenta coordenadas 05°13’22,8” de latitude sul e 35°50’16,8” de
longitude oeste, distando da capital cerca de 113 km, sendo seu acesso, a
partir de Natal, efetuado através das rodovias pavimentadas BR-406 e RN-120.
4.2 - Aspectos Socioeconômicos O município de Parazinho foi criado pela Lei n°
2.753, de 08/05/1962, desmembrado de João Câmara.
Segundo o
censo de 2000, a população total residente é de 4.325 habitantes, dos quais
2.189 são do sexo masculino (50,60%) e 2.136 do sexo feminino (49,40%), sendo
que 3.060 vivem na área urbana (70,80%) e 1.265 na área rural (29,20%). A
população atual estimada é de 4.541 habitantes (IBGE/2005). A densidade
demográfica é de 15,77 hab/km2.
A rede de
saúde dispõe de 01 Hospital com 08 leitos e 02 Unidades Ambulatoriais. 1
unidade integrada de saúde no distrito de Pereiros. Na área educacional, o município possui 06
estabelecimentos de ensino, sendo 02 estabelecimentos estaduais 1 ensino médio
e 1 de ensino fundamental, 2 escolas municipais de ensino fundamental e 2
creches.
Da
população total, 60,40% são alfabetizados.
O
município possui 959 domicílios permanentes, sendo 687 na área urbana e 272 na
área rural. Destes, 500 são abastecidos de água através da rede geral, 35
através de poço ou nascente e 424 por outras fontes. Apenas 02 domicílios estão
ligados à rede geral de esgotos. As principais atividades econômicas são:
agropecuária, extrativismo e comércio. Na infraestrutura, o município possui 01
Agência dos Correios, 1 banco Bradesco. Além de 30 empresas com CNPJ atuantes
no comércio varejista. (Fonte: IDEMA – 2001).
No
ranking de desenvolvimento, Parazinho está em 164º lugar no estado (164/167
municípios) e em 5.186º lugar no Brasil (5.186/5.561 municípios) Fonte: (www.desenvolvimentomunicipal.com.br). O IDH-M=0,564 (Fonte: Atlas do
Desenvolvimento Humano no Brasil.
www. FJP.gov.br/produtos/cees/idh/Atlas_idh.php). 4.3 - Aspectos fisiográficos Clima
DADOS GEOGRÁFICOS
Tipo:
clima muito quente e semiárido, com estação chuvosa atrasando-se para o outono.
Projeto Cadastro de Fontes de Abastecimento por Água Subterrânea Diagnóstico do
Município de Parazinho Estado do Rio Grande do Norte.
Precipitação
Pluviométrica Anual: normal: ...
Observada:
281,8 mm Desvio: ...
Período
Chuvoso: março a junho
Temperaturas
Médias Anuais: máxima:32,0 °C Média: 25,5 °C Mínima: 21,0 °C
Umidade
Relativa Média Anual: 74% Horas de Insolação: 2.700
COORDENADAS GEOGRÁFICAS DE PARAZINHO
Latitude:
-5.21917, Longitude: -35.8389 5° 13′ 9″ Sul, 35° 50′ 20″ Oeste
Superfície
Parazinho:27.467 hectares 274,67 km² (106,05 sq mi)
FORMAÇÃO VEGETAL
Caatinga
Hipoxerófila - vegetação de clima semiárido apresenta arbustos e árvores com
espinhos e de aspecto menos agressivo do que a Caatinga Hiperxerófila. Entre
outras espécies destacam-se a catingueira, angico, bra úna, juazeiro,
marmeleiro, mandacaru e aroeira. Caatinga Hiperxerófila - vegetação de caráter
mais seco, com abundância de cactácea e plantas de porte mais baixo e
espalhadas. Entre outras espécies destacam-se a jurema-preta, mufumbo,
faveleiro, marmeleiro, xique-xique e facheiro.
SOLOS PREDOMINANTES E CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS
Cambissolo
Eutrófico - fertilidade natural alta, textura média, relevo plano, fortemente
drenado e raso. Areias Quartzosas Distróficas - fertilidade natural baixa,
textura arenosa, relevo plano, excessivamente drenado. Uso: os Cambissolos são
utilizados com algodão, milho, feijão em pequenas áreas. Em maior extensão são
cultivadas com pastagem natural para criação extensiva de bovinos e caprinos. A
principal limitação ao uso agrícola relaciona-se com falta d´água, decorrente
do longo período de estiagem e da irregularidade das chuvas na região. Nas
áreas de ocorrência das Areias Quartzosas Distróficas a agricultura é
praticamente inexistente, cultivando-se apenas as culturas de subsistência em
pequenas áreas.
As limitações ao uso agrícola decorrem da falta d´água, da
pouca capacidade de retenção e da baixa fertilidade natural, sendo, portanto,
mais indicados para culturas de ciclo longo, tais como coco, caju e sisal.
Apresentam condições favoráveis ao uso de implementos agrícolas, e seu
aproveitamento racional requer adubações parceladas e irrigação, no período
seco. Aptidão Agrícola: aptidão regular e restrita para pastagem natural, aptas
para culturas especiais de ciclo longo tais como algodão arbóreo, sisal, caju e
coco. Aptidão restrita para lavouras e uma pequena área isolada, ao Norte,
indicada para preservação da flora e da fauna ou para recreação. Sistema de
Manejo: baixo e médio nível tecnológico. As práticas agrícolas estão
condicionadas tanto ao trabalho braçal e tração animal, com implementos
agrícolas simples. Relevo Menos de 100 metros de altitude.
RELEVO
Menos de
100 metros de altitude.
Chapada
da Serra Verde - formada por terrenos planos, ligeiramente elevados,
localiza-se entre os Tabuleiros Costeiros de geologia sedimentar e o Relevo
Residual chamado "sertão de pedras" de geologia cristalina.
GEOLOGIA
O
município de Parazinho encontra-se inserido, geologicamente, na Província
Borborema, sendo constituído pelos sedimentos da Formação Jandaíra (K2j ) e do
Grupo Barreiras(ENb).
RECURSOS HÍDRICOS ÁGUAS SUPERFICIAIS
O
município de Parazinho encontra-se totalmente inserido nos domínios da Faixa
Litorânea Norte de Escoamento Difuso, sendo banhado apenas por cursos d’ água
secundários e intermitentes, dos quais os principais são os riachos Baixa
Branca e do Cabelo. O padrão da drenagem é do tipodendrítico. Não
existem açudes com capacidade de acumulação igual ou superior a 100.000m3.
O
município de Parazinho est á inserido no Domínio Hidro geológico Intersticial e
no Domínio Hidro geológico Karstico-fissural. O Domínio Intersticial é composto
de rochas sedimentares do Grupo Barreiras. O Domínio Karstico-fissural é
constituído pelos calcários da Formação Jandaíra.
DIAGNÓSTICO DOS POÇOS CADASTRADOS
O levantamento
realizado no município registrou a existência de 77 pontos d’ água, sendo todos
poços tubulares. Poços tubulares 100%.
Com
relação à propriedade dos terrenos onde estão localizados os pontos d’ água
cadastrados, podemos ter: terrenos públicos, quando os terrenos forem de
serventia pública e; particulares, quando forem de uso privado.
68 em
terrenos particulares.
Público 12%
Indivíduos 88%
Quanto ao
tipo de abastecimento a que se destina o uso da água, os pontos cadastrados
foram classificados em: comunitários, quando atendem a várias famílias e;
particulares, quando atendem apenas ao seu proprietário.
DISTRITOS FAZENDAS E POVOADOS
ASSENTAMENTO BOA VISTA
ASSENTAMENTO BOM TRABALHO
ASSENTAMENTO NOVA JERUSALÉM
ASSENTAMENTO PRIMEIRO DE JUNHO
ASSENTAMENTO SÃO FRANCISCO
ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES RURAIS
DE ALIVIO
ASSOCIAÇÃO SANTA LUZIA
DEMONSTRAÇÃO
ESCADILHA
ESPINHO
FAZENDA AMEIXA
FAZENDA APEMARA
FAZENDA AROEIRA
FAZENDA BELO HORIZONTE
FAZENDA BOA UNIÃO
FAZENDA BOM DESCANSO
FAZENDA BOM JESUS
FAZENDA BONFIM
FAZENDA CEDRO
FAZENDA DEMONSTRAÇÃO
FAZENDA DOIS IRMÃOS
FAZENDA DOUTOR NUTO
FAZENDA ESCONDIDO
FAZENDA ESTRELA DO MAR
FAZENDA NOVA DESCOBERTA
FAZENDA PEREIROS
FAZENDA PROGRESSO
FAZENDA RANCHO AZUL
FAZENDA SANTA FÉ
FAZENDA SANTA HELENA
FAZENDA SANTA TEREZA
FAZENDA SANTA TEREZINHA
FAZENDA SANTO ANTÔNIO
FAZENDA SÃO LUIZ
FAZENDA SÃO SEBASTIÃO
FAZENDA SEMPRE VERDE
FAZENDA TAPUIO
LAGOA DE VERA CRUZ
LIMÃO
PEREIROS
QUIXABEIRA
SÃO JOSÉ DO PEREIROS
TRÊS IRMÃOS
HISTÓRIA DA BANDEIRA DE PARAZINHO
Criada em
18 de Março de 2006 pelo artista design: Wellington Raimundo da Silva, no
segundo ano da primeira gestão do mandato do Prefeito Genival de Melo Martins.
Bandeira de Parazinho
![]() |
18/03/2006
|
Marco Central de Parazinho: Pé de
Figo
Algodão, milho e feijão são
culturas agrícolas atuantes ate hoje que faz parte da Bandeira do nosso
município. E a carnaúba que vem da cultura passada.
Coqueiro: Vem da cultura recente
quando chegou a agua no município que faz parte importante da nossa
bandeira.
Sol: como uma fonte de energia.
As cores da Bandeira (Verde, azul
e Branco) que o artista se espirou através da bandeira do nosso país.
Verde: Mata
Azul: Céu Branco: Paz
As estrelas que na bandeira
representa cada assentamento ou distrito sendo que uma de cor de diferente
representa o maior distrito (Pereiros). E a estrela maior da bandeira
representa a sede do nosso município. E através da bandeira foi feito o
brasão.
A
RELIGIÃO
Em aproximadamente 1950, moravam
em um pequeno povoado de nome Parazinho, situado na região do Mato Grandes
distintas senhoras católicas: Maria Dantas, Adélia Torres, Ivete, Maria
Rodrigues e Lilian Trigueiro. Estas mulheres decidiram construir uma pequena
capela nessa comunidade, pois as missas eram celebradas na escola de dona Lilian
Trigueiro, que além de professora também catequizava as crianças daquela época.
As missas custavam acontecer, era
esperada pelos poucos habitantes dessa comunidade a passagem do frei Casanova,
que era um missionário viajante e quando chegava, animava os fieis em sua fé
com a celebração da palavra de Deus. Então as mulheres resolveram procurar um
local para a construção da igreja, elas saíram a procura e escolheram em lugar
que ficasses no centro da comunidade.
Dona Maria Dantas e Dona Adélia
foram às pioneiras a enfrentar a construção da igreja, elas ficavam na rua
parando os carros que passavam para Caiçara do Norte e outras cidades, e pedia
uma colaboração , poderia ser em dinheiro, ou em materiais de construção, como
pedra areia, ou seja o que fosse dado era em prol da capela e foi assim que a
nossa igreja teve seus primeiros pilares levantados.
A igreja construída pensou-se em
um sino, pois quando morria alguém, tinha que ir a Quixabeira para tocar o sino
para o falecido, hoje esse ainda existe avisando aos católicos da missa,
celebrações e enterros.
Com a igreja construída é a hora
das mulheres escolherem um santo para padroeiro, foi quando dona Adélia que era
devota de Nossa Senhora de Nazaré, fez uma promessa, pedindo a santa que
ajudasse o seu filho Ivanildo, um jovem recém-formado a arranjar um trabalho e
atuar na sua profissão de Bioquímico e farmacêutico.
Dona Adélia é valida na sua
promessa e as suas amigas concordaram com a escolha da padroeira, nessa época
ao se sabia que nossa Senhora de Nazaré era padroeira do Pará, e dona Adélia
foi a Recife comprar a Imagem da Santa. Foi realizado o primeiro casamento na
igreja do senhor João Ferreira com a Sr.ª Ana Ferreira realizado pelo
padre Vicente de Freitas , que era um padre carrancudo e deixava as pessoas com
medo dele.
A comunidade foi crescendo e
número de católicos também, vai chegando mais gente para colaborar nas tarefas
da igreja, chega para ajudar as mulheres dois (02) homens; o senhor Manoel
Raimundo que se dedicava a limpeza e organização da mesma, e o senhor Lolo
Torres o esposo de dona Ivete que passava a organizar as finanças da capela.
A igreja agora passa a ter uma comissão, então é pensado por essa, o dia para se comemorar a padroeira foi quando se viu que todos daquela época eram agricultores e esperavam chegar o final do ano para comemorar a safra de algodão, feijão, milho, sisal e outros e o lucros era para gastar com a festa de natal, ano novo e a festa do bom Jesus dos Navegantes na cidade de Touros/RN. Foi assim que a comissão escolheu o dia 28 de novembro para se comemorar o dia da nossa padroeira.
A festa foi ficando conhecida por
todos da região, a festa religiosa com trio, novenário e a festa social com a
escolha da rainha, barracas, leilão e baile, além de parques que vinham animar
a cidade. Chega à comunidade a primeira
freira e irmã Luma que vinha do Rio Grande do Sul, ela ajudou o padre a
catequizar as crianças daquela época. Essa freira ficava hospedada na casa de
dona Lucia esposa de Chico Severo elas e o Monsenhor.
A nossa igreja ganha um padre,
pois antes se passava apenas alguns visitantes, então chega o padre Luiz Lucena
Dias, que vinha de Baixa Verde, pois pertencia aquela Paróquia de Nossa Senhora
Mãe dos Homens, uma vez por mês ele celebrava as missas, esse dia era nos
domingos e todos da comunidade participavam, realizando-se casamento e
batizados.
Em mais ou menos 1982 a
comunidade se prepara para receber Frei Damião, então todos se preocupam, onde
hospedar um frade tão importante foi quando a igreja passou por uma reforma
deixando-a mais ampla e se construiu a casa paroquial, essa construção teve a
participação do Prefeito Manoel Domingos. O padre Lucena ganha o titulo de
Monsenhor, mas continua dando assistência na comunidade e também foi chegando
mais pessoas para ajudar na liturgia e a festa da Padroeira.
Em 1986 chega à comunidade as
irmãs Franciscanas de Maria Auxiliadora, que chegam com o objetivo de organizar
pastorais, para atuar na comunidade. Essas irmãs moravam aqui na comunidade
durante 10 (dez) ano, quando foram embora deixaram formada as pastorais:
Pastoral da Criança, Catequese Maior e Menor, Pastoral da Juventude, Ministras
Extraordinária da Eucaristia. Além dos trabalhos de evangelização elas
colaboravam com as pessoas necessitadas, davam cursos de alimentação
alternativa, medicação caseira, trabalhos de corte e costura pinturas e outros
no clube de mães.
Elas também evangelizavam na zona
rural. A casa das irmãs Franciscana ficava situada na Rua Marechal Costa e
Silva e teve como coordenadora Irmã Terezinha, Cecilia, Clarice, Rita e por
ultimo a irmã Luiza Sela que hoje se encontra no andar de cima junto de Deus. O
trabalho dessas freiras ajudou muito na evolução das nossas pastorais que atua
ate hoje em nossa comunidade.
Atualmente a nossa igreja
continua situada no mesmo endereço, temos nove (09) pastorais: Catequese maior
e Menor, pastoral do dizimo, pastoral da Juventude, Pastoral da Oração,
apostolado do Coração de Jesus, pastoral da terceira idade e nele um terço de
homens.
Ganhamos Padre Edvan, como
pároco, que realizava missa todos os domingos e toda primeira sexta-feira do
mês, as comunidades dos distritos também são assistidas na evangelização com
missas, todos os meses e pastorais também existem e atuam. Pertencíamos a paróquia
de Nossa Senhora Mãe dos Homens, além do padre Edvan a paróquia recebe visita
de outros padres e diáconos, monsenhor Lucena continua celebrando na nossa
comunidade.
A comunidade é Área Pastoral de
Nossa Senhora de Nazaré e abrangem os municípios de Parazinho e Pedra Grande, a
quase paróquia foi criada no dia 20 de dezembro do ano de 2011, pelo
Excelentíssimo Reverendíssimo Arcebispo emérito de Natal Dom Matias Patrício de
Macêdo, e foi confiada aos cuidados do reverendíssimo Pe. Ivanilson Alexandrino,
que assumiu seu pastoreio com o intuito de administrar a quase paróquia e guiar
suas ovelhas demonstrando sua missão.
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO, 2000. Brasília: DNPM, v.29, 2000. 401p.
BRASIL. MINIST ÉRIO DAS MINAS E ENERGIA.
Secretaria de Minas e Metalurgia; CPRM – Serviço
Geológico do Brasil Geologia, tect. e recursos minerais do Brasil,
Sistema de Informações Geográficas.
FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE.
Geografia do Brasil. Região Nordeste. Rio de Janeiro: SERGRAF, 1977. Disponível em FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE.
Mapas Base dos municípios do Estado do Rio Grande do Norte. RODRIGUES E SILVA, Fernando Barreto; SANTOS, José Carlos Pereira dos; SILVA, Ademar Barros da Etal Zoneamento Agroecológico do Nordeste do Brasil: diagnóstico e prognóstico. Recife: Embrapa Solos. Petrolina: Semiárido, 2000.
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Imagem dos Parques Eólicos
Padroeira de Parazinho, Nossa Senhora de Nazaré e Igreja Matriz
|
Padroeira de Parazinho, Nossa Senhora de Nazaré |
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Igreja Matriz de Parazinho |
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Vista aérea de Parazinho |
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Parazinho vista aeréa |
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