A energia elétrica residencial
registrou uma elevação de 7,42% em setembro, exercendo o maior impacto
individual sobre o IPCA-15. O levantamento, divulgado na sexta-feira
(25/09/2026) pelo IBGE, evidencia como o aumento nas contas básicas pressiona o
custo de vida dos brasileiros e compromete a previsibilidade financeira dos
lares.
Este movimento de alta ocorre
após um recuo de 6,25% observado em agosto, período em que as faturas foram
aliviadas pela incorporação do Bônus de Itaipu. Com o encerramento desse
efeito, os custos retomaram sua trajetória de crescimento, refletindo também a
manutenção da bandeira tarifária amarela, que adiciona R$ 1,885 a cada 100 kWh
consumidos. Como resultado, o grupo de Habitação avançou 2,07%, liderando a
variação entre os nove setores monitorados pelo indicador.
No segmento de Transportes, o
índice registrou uma variação positiva de 0,60%. O resultado foi impulsionado
pelo encarecimento de 9,82% nas passagens aéreas. No setor de combustíveis,
houve oscilações distintas: a gasolina apresentou alta de 0,30% e o gás
veicular subiu 1,56%, enquanto o diesel e o etanol apresentaram quedas de 0,78%
e 0,22%, respectivamente.
Via: Blog
de FM

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