O vencedor da final da Copa do
Mundo que será disputada entre Espanha e Argentina no próximo domingo (19), no
estádio MetLife, em Nova Jérsei, nos Estados Unidos, receberá um prêmio de 50
milhões de dólares (R$ 256 milhões).
O campeão levará 8 milhões de
dólares (R$ 41 milhões) a mais do que a Argentina faturou pelo título no Catar
em 2022, e 20 milhões de dólares (R$ 102 milhões) a mais do que a seleção
espanhola obteve quando conquistou sua única Copa do Mundo, em 2010.
Para o vice-campeão, o prêmio
é de 33 milhões de dólares (R$ 169 milhões) para o terceiro colocado, 29
milhões (149 milhões); e para o quarto, 27 milhões (R$ 138 milhões).
A isso é preciso somar os
repasses que a federação internacional deu a cada seleção apenas por
participar. A Fifa anunciou em 28 de abril, após a reunião do Conselho em
Vancouver, no Canadá, um aumento de 15% nas alocações às federações das 48
seleções participantes, até alcançar a marca de 871 milhões de dólares (R$ 4,4
bilhões).
Cada federação recebeu 10
milhões de dólares (R$ 51 milhões) por se classificar, 2,5 milhões de dólares
(R$ 12 milhões) para se preparar e uma ajuda para os custos da delegação, além
de repasses para ingressos, que no total chegaram a 16 milhões de dólares (R$
82 milhões).
Os clubes também lucram. São
11 mil euros (R$ 64 milhões) por dia pela liberação de cada jogador à sua
seleção, o que, no caso do Atlético de Madrid, com nove finalistas, e do
Barcelona, com oito, os transforma nos que mais faturaram com a Copa do Mundo.
Via: Pleno
News

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