Os alimentos ricos em
carboidratos fazem parte do dia a dia da maioria dos brasileiros. No entanto,
para pessoas com Diabetes Mellitus, eles representam um desafio constante: o
aumento rápido da glicose no sangue após as refeições.
É nesse contexto, que um
estudo, desenvolvido na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN),
apresenta um composto natural extraído da semente de tamarindo como possível
aliado no controle da hiperglicemia.
A pesquisa, produto de
mestrado da aluna Larissa Souza, desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em
Nutrição (Ppgnut/UFRN) sob orientação dos professores Ana Heloneida, do
Departamento de Nutrição (Dnut/UFRN), e Davi Serradella, do Instituto de
Química (IQ/UFRN), demonstrou que o inibidor de tripsina (TTI) é capaz de
reduzir a atividade da α-amilase, enzima responsável pela quebra de
carboidratos em açúcares simples.
Para chegar a esse resultado,
os pesquisadores combinaram ensaios laboratoriais com simulações computacionais
de alta complexidade, realizadas com apoio do Núcleo de Processamento de Alto
Desempenho (NPAD) da UFRN, fundamental para a modelagem molecular envolvida no
estudo.
Os alimentos ricos em
carboidratos fazem parte do dia a dia da maioria dos brasileiros. No entanto,
para pessoas com Diabetes Mellitus, eles representam um desafio constante: o
aumento rápido da glicose no sangue após as refeições. É nesse contexto, que um
estudo, desenvolvido na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN),
apresenta um composto natural extraído da semente de tamarindo como possível
aliado no controle da hiperglicemia.
A pesquisa, produto de
mestrado da aluna Larissa Souza, desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em
Nutrição (Ppgnut/UFRN) sob orientação dos professores Ana Heloneida, do
Departamento de Nutrição (Dnut/UFRN), e Davi Serradella, do Instituto de
Química (IQ/UFRN), demonstrou que o inibidor de tripsina (TTI) é capaz de
reduzir a atividade da α-amilase, enzima responsável pela quebra de
carboidratos em açúcares simples. Para chegar a esse resultado, os
pesquisadores combinaram ensaios laboratoriais com simulações computacionais de
alta complexidade, realizadas com apoio do Núcleo de Processamento de Alto
Desempenho (NPAD) da UFRN, fundamental para a modelagem molecular envolvida no
estudo.


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