Seis partidos na Câmara e
cinco no Senado votaram integralmente pela derrubada do veto do presidente Lula
(PT) ao PL da Dosimetria, que reduz as penas de Jair Bolsonaro (PL) e de outros
condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.
A
votação aconteceu na tarde desta quinta-feira 30, em sessão conjunta da Câmara
dos Deputados e do Senado Federal. Para que o veto fosse derrubado,
eram necessários ao menos 257 votos de deputados e 41 de senadores.
Na Câmara, 318 deputados
votaram contra o veto de Lula e a favor da redução das penas, enquanto 144
votaram a favor da manutenção do veto. No Senado, foram 49 votos pela derrubada
do veto e 24 pela manutenção.
Na Câmara, os seis partidos
que votaram 100% pela derrubada do veto foram PL, PSDB, Novo, PRD, Cidadania e
Missão. O Solidariedade e o União Brasil não entram nesse grupo porque
registraram uma abstenção cada.
Por outro lado, todos os
deputados de PT, PSOL, PCdoB, PV e Rede votaram pela manutenção do veto e
contra a redução das penas.
No Senado, votaram
integralmente pela derrubada do veto e pela redução das penas os senadores de
PL, PSDB, Novo, União Brasil e Avante. Republicanos e Podemos registraram uma
ausência cada. Entre os presentes desses partidos, todos votaram contra o governo.
Todos os senadores do PT e do
PDT votaram pela manutenção do veto e contra a redução das penas.
No Rio Grande do Norte,
votaram a favor da derrubada do veto de Lula os deputados e senadores Benes
Leocádio (União Brasil), Carla Dickson (PL), General Girão (PL), João Maia
(PP), Robinson Faria (PP), Sargento Gonçalves (PL), Rogério Marinho (PL) e Styvenson
Valentim (Podemos).
Votaram a favor da manutenção
do veto de Lula os parlamentares Fernando Mineiro (PT), Natália Bonavides (PT)
e Zenaide Maia (PSD).


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