O Pix atingiu um novo recorde em 2025, ao movimentar R$
35,36 trilhões, segundo dados do Banco Central. Ao longo do ano, foram
realizadas 79,8 bilhões de transações, o maior volume desde a criação do
sistema.
Em relação a 2024, o crescimento foi expressivo: o valor
movimentado subiu 33,6%, frente aos R$ 26,24 trilhões do ano anterior, enquanto
o número de operações avançou de 63,5 bilhões para quase 80 bilhões.
Diante do aumento do uso, o Banco Central também adotou
novas regras para reforçar a devolução de valores em casos de fraude ou falhas
operacionais, ampliando os mecanismos de rastreamento, já que criminosos
costumam transferir rapidamente os recursos entre contas.
Novidades previstas para 2026
Entre as próximas funcionalidades do Pix estão:
- Cobrança
híbrida: pagamento via QR Code tanto para Pix
quanto para boletos, com previsão de obrigatoriedade a partir de novembro;
- Pagamento
de duplicatas: uso do Pix para quitação de títulos
empresariais, facilitando a antecipação de recebíveis;
- Split
tributário: integração com o sistema de arrecadação
em tempo real da Receita Federal, dentro da reforma tributária.
Funcionalidades em estudo
Para os próximos anos, o BC avalia a ampliação do Pix
internacional, o Pix como garantia de crédito para autônomos e empresas, o Pix
por aproximação offline e o Pix parcelado, voltado a pessoas sem cartão de
crédito.
O Banco Central afirma que o foco é ampliar a eficiência, a
segurança e a inclusão financeira do sistema.


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